O mercado de TI cresceu 23% em 2021, segundo uma nova pesquisa da Sky.One feita em parceria com a Advance. A porcentagem é ainda maior do que o crescimento alcançado pelo setor em 2020, que foi de 10,4%. A pesquisa aponta que os motivos pelos quais o mercado cresceu em 2021 estão relacionados aos investimentos em trabalho remoto realizados ainda em 2020.
A expectativa para 2022 e 2023 também é positiva, com alta de 22% ainda este ano – só o primeiro trimestre deve crescer 21% – e outros 22% para o próximo ano. O estudo ouviu 1,5 mil empresas de TI e trouxe a percepção de seus empresários de TI para estabelecer algoritmos de tendências e previsões.
Dos 10,4% de crescimento em 2020, 4,7% representa o mercado de hardware, 7,7% de software, 9,4% de serviços, 28,9% de IaaS (infraestrutura como serviço), 21% de Paas (Plataforma como Serviço) e 18,2% de SaaS (Software como Serviço). Já em 2021, a alta de 23% resultou em 15,2% em hardware, 18,8% de software, 21,6% de serviços, 34,5 % de IaaS, 22% de Paas e 31,5% de SaaS, como mostra a tabela abaixo.

Outro tópico importante a ser refletido com a pesquisa é que a venda de hardware vem reduzindo, em contraponto ao crescimento de IaaS. Além disso, a venda de software tradicional vem diminuindo, enquanto SaaS apresenta crescimento. Conforme destaca o executivo, a expansão expressiva de IaaS representa excelentes expectativas de vendas de SaaS e Serviços em 2022 e 2023.
A pesquisa aponta que, antes da pandemia, as empresas menores de TI, ou seja, com faturamento inferior a R$16 milhões, cresciam acima da média de mercado. No entanto, em 2020, este cenário mudou, uma vez que as empresas maiores (faturamento acima de R$ 100 milhões/ano) já tinham experiência, processos e ferramentas para suportar suas operações em trabalho remoto, diferente da situação das menores. Mesmo em 2021, o desempenho das empresas maiores seguiu bem melhor comparado às menores.

Outros fatores que contribuíram para esta ocorrência, que incluem: maior poder de contratação de profissionais das empresas de grande porte, maior investimento em marketing para encontrar novos clientes, maior investimento em vendas, com novas estruturas e profissionais treinados com as técnicas de vendas digitais.
Participaram do estudo 1,5 mil empresas, tendo como atividade principal 40% software, 35% serviços, 21% revenda e 4% distribuidor. Além disso, as organizações participantes têm como oferta principal Serviços de Consultoria ou Treinamento (35%), Software em Nuvem (26%), Software Tradicional ou On-Premises (14%), Equipamentos de Hardware, Rede ou Telecom (12%) e Plataforma como serviço (5%).
Outro ponto de destaque é o faturamento destas empresas. Em 2020, grande parte somou de 16 a 90,9 milhões (30%), de 2,5 a 9,9 milhões (23%), de 1,1 a 2,4 milhões (16%), de 10 a 15,9 milhões (12%), até 1 milhão (11%) e acima de 100 milhões (7%).
Outro dado mencionado pelo levantamento é que a maioria das organizações conta com 10 a 19 (21%) colaboradores, de 20 a 49 (20%), de 100 a 249 (19%), de 50 a 99 (17%), de 5 a 9 (8%), até 4 (7%), acima de 500 (5%) e de 250 a 499 (3%). É importante ressaltar ainda que 91% dos entrevistados são C-Level, 76% CEOs, 15% Diretores, 6% Gerentes e 3% Profissionais de Vendas.
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