Migração de ERP sem reescrever código: como funciona

É possível migrar um ERP ou aplicação legada (Cliente-Servidor) para a nuvem sem reescrever uma linha de código, usando uma abordagem de “lift-and-shift inteligente”: a aplicação é executada em servidores na nuvem exatamente como está, acessada remotamente via navegador, enquanto uma camada de gestão cuida da infraestrutura, do banco de dados e da segurança. É o modelo por trás do Skyone Autosky, que já migrou aplicações de mais de 400 ERPs diferentes preservando integralmente a lógica de negócio original.
Nuvem 4 min de leitura Por: Skyone

É possível migrar um ERP ou aplicação legada (Cliente-Servidor) para a nuvem sem reescrever uma linha de código, usando uma abordagem de “lift-and-shift inteligente”: a aplicação é executada em servidores na nuvem exatamente como está, acessada remotamente via navegador, enquanto uma camada de gestão cuida da infraestrutura, do banco de dados e da segurança. É o modelo por trás do Skyone Autosky, que já migrou aplicações de mais de 400 ERPs diferentes preservando integralmente a lógica de negócio original.

Por que reescrever código costuma ser o maior risco de uma migração?

Projetos de modernização que envolvem reescrever ou “adaptar” o código-fonte de um ERP para rodar na nuvem costumam esbarrar em três problemas: prazo (meses ou anos de desenvolvimento), risco (regras de negócio antigas se perdem ou são mal interpretadas na reescrita) e custo (equipe de desenvolvimento dedicada só para a migração). Isso é ainda mais crítico em aplicações Cliente-Servidor de desktop, comuns em ERPs brasileiros mais antigos, que não foram desenhadas pensando em nuvem.

Como funciona a migração sem alteração de código

  1. A aplicação roda como está, sem alterações no código-fonte, hospedada em servidores em nuvem
  2. O acesso passa a ser feito via navegador (Web Access) ou por um plugin leve, sem necessidade de instalar a aplicação localmente
  3. A autenticação ocorre antes do acesso ao ambiente da empresa, isolando completamente o dispositivo do usuário dos servidores de aplicação e banco de dados
  4. A infraestrutura se ajusta automaticamente à demanda (auto-scaling), sem limite para número de servidores ou usuários simultâneos
  5. Toda a operação — banco de dados, backup, segurança e performance — passa a ser gerenciada pela plataforma, não mais pela equipe interna

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O que isso muda na prática para quem usa o sistema

Como a experiência de uso permanece igual à de um aplicativo local instalado na máquina, colaboradores não precisam de treinamento adicional, a curva de adoção é praticamente zero. Além disso, por rodar diretamente no navegador, a solução dispensa alto poder de processamento ou memória do dispositivo do usuário, permitindo o uso em máquinas simples, com conexão de banda estável a partir de apenas 100Kbps.

Quais bancos de dados são suportados

Banco de dadosVersões suportadas
OracleEnterprise, Standard e Express Edition
SQL Server2014, 2016, 2017, 2019, 2022
SAP HANAPara SAP Business One
MySQLMySQL 8
PostgreSQLVersões 11 a 15
Firebird3.0 e 4.0
MariaDB10.4 a 10.11 e versão 11
IBM DB2
OutrosProgress, SQLite, CockroachDB, Sybase, Informix, Ingres, BTrieve, C-TreeACE, SolidDB, Mongo, entre outros

Como fica a segurança nesse tipo de migração?

A plataforma que executa esse modelo de migração, o Skyone Autosky, é certificada ISO 27001 e aplica arquitetura Zero Trust: cada aplicação é isolada em uma rede virtual própria, o acesso é feito por portas seguras (HTTPS na 443 e TCP 491), e recursos como MFA, Single Sign-On via SAML 2.0 e monitoramento de tentativas de ataque força-bruta em tempo real vêm incluídos na camada de autenticação.

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Perguntas frequentes

  1. É possível migrar um ERP antigo sem perder as customizações feitas ao longo dos anos? 

    Sim. Como o código-fonte da aplicação não é alterado, customizações e regras de negócio específicas são preservadas integralmente, a mudança acontece na infraestrutura por trás da aplicação, não na aplicação em si.

  2. Quanto tempo leva uma migração sem alteração de código? 

    Como não há desenvolvimento envolvido, o prazo costuma ser significativamente menor do que em projetos de reescrita, a maior parte do tempo é dedicada a testes, dimensionamento de infraestrutura e planejamento da janela de corte, não a programação.

  3. Esse modelo funciona para qualquer linguagem de programação? 

    Aplicações Cliente-Servidor de diversas linguagens podem ser migradas dessa forma, já que o que muda é a infraestrutura de execução, não a linguagem em que o sistema foi originalmente desenvolvido.

  4. Depois da migração, quem cuida da manutenção da infraestrutura? 

    A gestão da infraestrutura — incluindo auto-scaling, backups, aplicação de patches e segurança — passa a ser responsabilidade da plataforma contratada, liberando a equipe interna de TI para atividades mais estratégicas.
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Escrito por Skyone

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