É possível migrar um ERP ou aplicação legada (Cliente-Servidor) para a nuvem sem reescrever uma linha de código, usando uma abordagem de “lift-and-shift inteligente”: a aplicação é executada em servidores na nuvem exatamente como está, acessada remotamente via navegador, enquanto uma camada de gestão cuida da infraestrutura, do banco de dados e da segurança. É o modelo por trás do Skyone Autosky, que já migrou aplicações de mais de 400 ERPs diferentes preservando integralmente a lógica de negócio original.
Projetos de modernização que envolvem reescrever ou “adaptar” o código-fonte de um ERP para rodar na nuvem costumam esbarrar em três problemas: prazo (meses ou anos de desenvolvimento), risco (regras de negócio antigas se perdem ou são mal interpretadas na reescrita) e custo (equipe de desenvolvimento dedicada só para a migração). Isso é ainda mais crítico em aplicações Cliente-Servidor de desktop, comuns em ERPs brasileiros mais antigos, que não foram desenhadas pensando em nuvem.
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Como a experiência de uso permanece igual à de um aplicativo local instalado na máquina, colaboradores não precisam de treinamento adicional, a curva de adoção é praticamente zero. Além disso, por rodar diretamente no navegador, a solução dispensa alto poder de processamento ou memória do dispositivo do usuário, permitindo o uso em máquinas simples, com conexão de banda estável a partir de apenas 100Kbps.
| Banco de dados | Versões suportadas |
| Oracle | Enterprise, Standard e Express Edition |
| SQL Server | 2014, 2016, 2017, 2019, 2022 |
| SAP HANA | Para SAP Business One |
| MySQL | MySQL 8 |
| PostgreSQL | Versões 11 a 15 |
| Firebird | 3.0 e 4.0 |
| MariaDB | 10.4 a 10.11 e versão 11 |
| IBM DB2 | — |
| Outros | Progress, SQLite, CockroachDB, Sybase, Informix, Ingres, BTrieve, C-TreeACE, SolidDB, Mongo, entre outros |
A plataforma que executa esse modelo de migração, o Skyone Autosky, é certificada ISO 27001 e aplica arquitetura Zero Trust: cada aplicação é isolada em uma rede virtual própria, o acesso é feito por portas seguras (HTTPS na 443 e TCP 491), e recursos como MFA, Single Sign-On via SAML 2.0 e monitoramento de tentativas de ataque força-bruta em tempo real vêm incluídos na camada de autenticação.
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