Você já parou para pensar que a tecnologia que sustenta gigantes como Netflix, Spotify e os principais bancos digitais do país é a mesma que pode salvar sua empresa de um desastre físico irremediável? No mercado atual, o Cloud Computing deixou de ser uma tendência para se tornar o alicerce fundamental de qualquer operação que busque escalabilidade, segurança e integração com a Inteligência Artificial.
Neste artigo, mergulhamos nas nuances da nuvem, desde o básico até conceitos avançados como Disaster Recovery e escalabilidade horizontal, baseados nos insights compartilhados por especialistas no podcast Low Code.
Muitas vezes, o conceito de nuvem é reduzido erroneamente apenas a serviços de backup ou armazenamento de arquivos, como o Google Drive. No entanto, a Erika Lelis, especialista em nuvem na Skyone, define o Cloud Computing como serviços de computação oferecidos integralmente pela internet.
Isso abrange desde a infraestrutura básica (IaaS) até plataformas (PaaS) e softwares prontos para uso (SaaS). Em termos simples: é a terceirização do hardware e da infraestrutura para parceiros especializados, permitindo que a empresa foque no que realmente importa: seu core business.
Um dos maiores desafios das empresas que mantêm servidores locais (on-premise) é a vulnerabilidade a incidentes físicos. São Paulo, por exemplo, é conhecida por temporais que podem causar quedas de energia instantâneas.
Ao contratar um serviço de Cloud, a empresa adquire um parceiro estratégico. Os principais benefícios incluem:
Imagine um e-commerce durante a Black Friday ou o Dia das Mães. Em um servidor local, se o número de acessos exceder a capacidade física, o sistema cai. Na nuvem, utilizamos a escalabilidade horizontal.
Esse recurso permite que a infraestrutura se ajuste automaticamente de acordo com o uso real. Se a demanda aumenta, novas instâncias de servidores são criadas; quando a demanda cai, elas são encerradas, otimizando o custo. Como bem pontuado no debate: nuvem não é custo, é investimento.
Um ponto crítico discutido foi o Disaster Recovery (Recuperação de Desastres). Esse recurso consiste em manter uma replicação dos seus dados em uma região geográfica distinta.
Não existe IA moderna sem Cloud Computing. Rodar modelos de IA generativa exige um poder de processamento (GPUs) que a maioria das empresas não conseguiria manter localmente devido ao custo proibitivo da memória e do hardware.
A nuvem democratizou a IA, permitindo que empresas de todos os tamanhos utilizem modelos prontos e infraestrutura de ponta pagando apenas pelo uso. Na verdade, a própria maturidade da nuvem hoje permite oferecer “pacotes completos” para o desenvolvimento de soluções inteligentes.
O conselho dos especialistas é direto: as empresas já deveriam começar pela nuvem. Muitas organizações já utilizam Cloud sem saber através de ferramentas como Microsoft SharePoint ou Gmail.
O medo da migração geralmente nasce da falta de mapeamento das dores reais da empresa. É essencial contar com parceiros que ajudem a entender a demanda e a criar um projeto personalizado, garantindo que você “durma tranquilo” sabendo que seus dados estão protegidos por profissionais e tecnologias de ponta.
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