Durante o ERP Summit 2026, Roberto Arruda, CRO da Skyone, trouxe uma reflexão provocativa para o palco principal: o software mudou e, consequentemente, a natureza do trabalho também. Diante de um mercado saturado de informações que geram ansiedade e paralisia na tomada de decisão, Arruda defende que a única forma de não ser meramente reativo é aplicar imaginação e criatividade à tecnologia.
Neste artigo, exploramos os pilares da palestra de Roberto Arruda sobre o novo papel da Inteligência Artificial (IA) e como as lideranças devem se posicionar.
A evolução da IA pode ser dividida em fases claras. Começamos com sistemas transacionais, passamos para ferramentas que auxiliam desenvolvedores a produzir mais rápido e chegamos ao estágio atual, onde agentes de IA executam tarefas de forma autóctone.
Essa transformação altera profundamente como lidamos com o software. Hoje, não é apenas a tecnologia que muda; a forma como o ser humano se posiciona diante dela precisa evoluir. Estima-se que, enquanto 25% dos trabalhos podem ser executados puramente por IA, os outros 75% dependem da sinergia entre homem e máquina para ganhar eficiência e produtividade real.
Embora o termo “engenharia de prompt” pareça puramente técnico, ele é, na verdade, um exercício de imaginação e criatividade. A tecnologia pode automatizar processos, mas ela não consegue amplificar a cultura ou a capacidade humana de criar novos contextos. Sem imaginação, a estratégia de qualquer empresa torna-se meramente reativa ao mercado.
Um erro comum nas organizações é acreditar que a implementação da IA falha por limitações técnicas. Na realidade, a maioria dos projetos falha pela cultura e pela falta de preparação das pessoas. Como citou Peter Drucker, a habilidade mais importante hoje é a capacidade de aprender novas habilidades.
Para que a IA prospere, é necessário:
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A era dos “pilotos por esporte” acabou. A partir de agora, o sucesso da IA nas empresas é medido pelo ROI. Projetos bem-sucedidos focam em criar capacidade humana e aumentar a eficiência operacional.
Um exemplo real dessa aplicação é o caso da Copastur, que implementou um agente de IA para conciliação bancária. O resultado foi a automação de 80% do processo e um retorno de 4 bilhões em apenas um ano.
Para escalar essas capacidades, plataformas como o Skyone Studio eliminam silos de dados e organizam a infraestrutura para projetos de IA. O Studio integra:
A autonomia dos agentes de IA não exclui o ser humano; ela o eleva. No ecossistema de automação inteligente, os agentes cuidam das tarefas repetitivas e burocráticas, enquanto os profissionais focam em iniciativas estratégicas e gestão de exceções.
Para as empresas, o custo da resistência é alto. Aquelas que esperam para ver o que vai acontecer perdem vantagem competitiva e enfrentam custos operacionais menos eficientes. A tomada de decisão nas organizações está mais demorada hoje do que no período da pandemia, justamente pela incapacidade de prever o futuro. A única forma de se preparar é investindo em processos, dados estruturados e, acima de tudo, em pessoas.
A tecnologia está transformando a natureza do trabalho diante de nossos olhos. A reflexão que fica para todo gestor é: como usar essa capacidade para melhorar a condição humana e gerar valor real para o mundo?
Na Skyone, ajudamos sua organização nessa jornada para a nuvem e para a inteligência de dados de forma segura, transformando problemas difíceis em vantagens competitivas.
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