Rafael Suzuki (piloto da Stock Car) conta sobre seu “fit” com a tecnologia e a nova parceria com a Skyone.
No mundo do automobilismo, cada fração de segundo importa. A busca pela máxima performance envolve não apenas a habilidade do piloto, mas também o uso estratégico da tecnologia e da análise de dados. Assim como nas empresas que adotam inteligência artificial e soluções avançadas para melhorar a tomada de decisões, no esporte a precisão das informações pode ser a diferença entre a vitória e a derrota.
É nesse contexto que a Skyone se une ao piloto Rafael Suzuki na Stock Car 2025, trazendo uma parceria que reforça a importância da tecnologia, da inovação e da alta performance dentro e fora das pistas. Para entender mais sobre essa conexão entre automobilismo e tecnologia, batemos um papo com Rafael Suzuki. Confira:

Minha carreira já é bem longa. Comecei no kart aos 10 anos de idade, como a maioria dos pilotos. Tudo começou como uma brincadeira. Meu pai me levou para me divertir, porque sabia que eu gostava de corridas desde muito pequeno. Aos poucos, fui pegando gosto e comecei a participar de campeonatos, sempre com muito apoio familiar.
Desde a primeira corrida, sempre levei o automobilismo muito a sério. Nunca foi um hobby, como jogar tênis, por exemplo. Quando chegou a fase de terminar o colégio, minha mãe queria que eu fizesse faculdade, mas eu decidi insistir mais alguns anos no esporte para tentar me tornar profissional. Foi entre os 15 e 17 anos que essa decisão se consolidou.
Muita gente acha que o piloto faz tudo sozinho, mas, na verdade, tem um grupo enorme por trás de cada corrida. Desde os tempos do kart, aprendemos a valorizar o trabalho dos mecânicos e engenheiros. Na Stock Car, então, a estrutura é ainda mais complexa. Temos departamentos de engenharia, logística, financeiro, RH e até estrategistas de dados. O piloto pode até ser o rosto visível do time, mas tudo acontece em conjunto.
Hoje, a análise de dados é essencial. Durante uma corrida, recebemos informações em tempo real sobre consumo de combustível, temperatura dos pneus, aerodinâmica, entre outros fatores. O segredo é transformar esses dados em decisões rápidas e estratégicas. No fim das contas, é o que faz diferença entre ganhar ou perder posições na pista.
Com certeza! No automobilismo, você tem poucos segundos para decidir. A experiência ajuda bastante, mas a preparação faz toda a diferença. Antes da corrida, a gente estuda os cenários possíveis e define estratégias. Algumas provas exigem um estilo mais agressivo, outras um perfil mais conservador. Tudo isso é baseado na análise de dados e na leitura de cada corrida.
É essencial! No automobilismo, você precisa confiar 100% no trabalho do seu engenheiro e dos mecânicos. Afinal, estamos lidando com velocidades superiores a 250 km/h, e qualquer detalhe pode impactar o desempenho e a segurança. Já tive situações na carreira em que fiz questão de trabalhar com pessoas específicas porque sabia que essa relação de confiança faria diferença.
Ter uma empresa do segmento de tecnologia ao nosso lado é incrível. O automobilismo está sempre buscando inovação, e essa conexão com a Skyone nos traz um aprendizado contínuo. Estou começando a entender mais sobre o impacto dos dados e da IA no nosso dia a dia, e vejo que há muitos paralelos entre a tecnologia usada no automobilismo e nas empresas. Essa parceria fortalece ainda mais a importância dos dados para tomada de decisões estratégicas.
A Skyone e o Rafael Suzuki aceleram juntos rumo à inovação, provando que, seja na pista ou nos negócios, quem domina os dados tem a vantagem competitiva.
Assista a essa entrevista na Íntegra no canal da Skyone no Youtube:
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